
Aníbal Ferreira assumiu a escultura aos dezoito anos e nunca mais a largou. Autodidacta, construiu o seu percurso em simpósios internacionais, bienais e longas estadias na Suíça e em Itália. Hoje divide o trabalho entre Vila Viçosa e Carrara.
Nasceu em 1964 em Sernancelhe, no distrito de Viseu. Aos dezoito anos já tinha assumido a escultura como a arte que melhor expressava a sua criatividade, e orientou a formação e a produção plástica no contacto com os meios artísticos internacionais, em trânsito por vários países europeus, com estadias prolongadas na Suíça e em Itália.
O percurso cimentou-se na participação em simpósios internacionais e bienais de arte e num trabalho produtivo constante, com peças expostas em galerias na Alemanha, nos Países Baixos e na Noruega, para além de Itália e da Suíça. Este primeiro ciclo, ao longo de mais de vinte anos, valeu-lhe prémios internacionais em concurso e a colaboração com escultores de nome, entre os quais André Raboud.
A partir de 2008 reduz de forma acentuada as participações em encontros artísticos e em exposições individuais e coletivas. Passa a concentrar-se no trabalho e na procura de soluções que abram novas perspetivas na sua escultura e sintetizem as aprendizagens de mais de quarenta anos.
No Alentejo, investe no seu mundo interior e no diálogo com a natureza que o rodeia. Em Carrara, mantém o contacto com um meio artístico fervilhante e defende o seu nome e a sua obra no mercado da arte, de modo a poder viver da escultura que abraçou.
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